Choque térmico entre fantasmas e demônios
O frio surge em meu olhar
A solidão tenta chegar perto
Imploro socorro, mas ninguém me ouve
É como se tudo estivesse neutro,
E nada eu pudesse fazer para quebrar o gelo;
É como se meu coraçao estivesse se congelado por inteiro,
E o fogo não quisesse surgir.
Me sinto como a única na multidão,
Como, que se fosse cercada por demônios robôs;
Me sinto longe, em outro lugar,
Como se o barulho da multidão fosse neutro aos meus ouvidos.
Tento chorar, mas as lágrimas não querem sair
O frio congelou as ultimas lágrimas que eu deixei
Como se meus olhos fossem vidro...
Cá estou eu, inquieta;
Esperando que a era do gelo passe,
Como que se sobrasse apenas poucas lágrimas de sangue para chorar.
Prefiro eu, tomar mil cálices de fogo;
Dez mil gotas de veneno
Não quero estar viva para a desolação que virá.
Mas parece que quanto mais busco refúgio, mais ele foge
Parece que um fantasma me sonda,
Tal fantasma me fez adormecer
Me fez apodrecer por dentro,
Como que, se sobrasse apenas a superfície.
Cá estou eu,mais uma vez, novamente;
Imploro socorro, mas ninguém me ouve;
Imploro lágrimas, mas não as tenho;
Imploro veneno, mas já não surge efeito
Como se voasse num paradoxo sem fim
Uma cratera no espaço;
Um abismo sem retorno,
Pelo qual caio e não tem fim...
Um choque térmico entre fantasmas e demônios.
A solidão tenta chegar perto
Imploro socorro, mas ninguém me ouve
É como se tudo estivesse neutro,
E nada eu pudesse fazer para quebrar o gelo;
É como se meu coraçao estivesse se congelado por inteiro,
E o fogo não quisesse surgir.
Me sinto como a única na multidão,
Como, que se fosse cercada por demônios robôs;
Me sinto longe, em outro lugar,
Como se o barulho da multidão fosse neutro aos meus ouvidos.
Tento chorar, mas as lágrimas não querem sair
O frio congelou as ultimas lágrimas que eu deixei
Como se meus olhos fossem vidro...
Cá estou eu, inquieta;
Esperando que a era do gelo passe,
Como que se sobrasse apenas poucas lágrimas de sangue para chorar.
Prefiro eu, tomar mil cálices de fogo;
Dez mil gotas de veneno
Não quero estar viva para a desolação que virá.
Mas parece que quanto mais busco refúgio, mais ele foge
Parece que um fantasma me sonda,
Tal fantasma me fez adormecer
Me fez apodrecer por dentro,
Como que, se sobrasse apenas a superfície.
Cá estou eu,mais uma vez, novamente;
Imploro socorro, mas ninguém me ouve;
Imploro lágrimas, mas não as tenho;
Imploro veneno, mas já não surge efeito
Como se voasse num paradoxo sem fim
Uma cratera no espaço;
Um abismo sem retorno,
Pelo qual caio e não tem fim...
Um choque térmico entre fantasmas e demônios.
| Autor(a): Mirella Fernanda Temas: Sociedade, Violência, Vida Tipo: Poesia | |
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