Observação
Observação
Ao observar,
O profundo de o meu desalentar,
Olho minhas fotos,
Não há sorriso em nenhuma delas...
Ao ver com clareza meus sentimentos.
Elucido com certeza meus, pensamentos.
Quando eu terminar,
Sei que vai, chorar.
A arte da observação,
Olhar da introspecção,
Tremo por dentro.
Mãos frias e turbadas, à manha.
Eu nada sei de interior,
Profundamente convivo com essa dor.
O poeta dos que não o lê,
Suas elegias.
Minha solidão,
Inerte na frente do portão.
Olhava as árvores, na imensidão.
Mergulhado, no paradoxo da escuridão.
Na sombra da noite,
Ao som do açoite.
Contemplava o céu profundo.
E os Trovoes de lá oriundo.
Quando cessar,
O paradoxo sou eu,
Ao observar,
O profundo de o meu desalentar,
Olho minhas fotos,
Não há sorriso em nenhuma delas...
Ao ver com clareza meus sentimentos.
Elucido com certeza meus, pensamentos.
Quando eu terminar,
Sei que vai, chorar.
A arte da observação,
Olhar da introspecção,
Tremo por dentro.
Mãos frias e turbadas, à manha.
Eu nada sei de interior,
Profundamente convivo com essa dor.
O poeta dos que não o lê,
Suas elegias.
Minha solidão,
Inerte na frente do portão.
Olhava as árvores, na imensidão.
Mergulhado, no paradoxo da escuridão.
Na sombra da noite,
Ao som do açoite.
Contemplava o céu profundo.
E os Trovoes de lá oriundo.
Quando cessar,
O paradoxo sou eu,
| Autor(a): JHEM Temas: Paz Tipo: Poesia | |
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