No quarto crescente.
No quarto crescente.
Bem após o poente,
Profundamente na noite escura,
Onde não há nem resquício da alvura.
No meio da escuridão,
No cerne do quarto da solidão.
O perceber o silêncio Profundo.
Incógnita como se não houvesse um mundo, •.
No meio da chuva procelosa.
Estava eu só em respaldo, de frente a uma rosa,
Os trovoes ecoavam um som estrondoso,
Onde eu austerio, achava-me grandioso.
Eu estava só
Os ventos cantavam em dó,
Na sala eu estava aiboso.
O telhado ficava aquoso.
Na luz do cômodo eu fiquei,
Na claridade dentro, na noite eu, pensei.
Ao alarido, dos relâmpagos, em introspecção.
Onde os mesmo iluminaram o horizonte, de imensidão.
Há vida de sentimentalismo,
Sem enlevo do grande empirismo,
Mas em elegância fiquei solitário, Em dor.
Sentimentos, que não havia lugar pra por.
Eu estive dentro de casa enquanto nas sombras chovia,
E o respirar do vento às arvores retorcia.
No ambiente lívido, eu sentado estive.
Pensamento, por quês, na noute esteve incide.
Fiquei em paz enquanto as gotas tocavam,
Fiquei em Jaz quando, as corujas piavam.
Eu estava Só,
Eu fiz um Nó.
E enforquei-minha vaidade,
Ilusões mortas viveram na verdade.
Mas a aspiração, Deixava-me demente.
Este desejo entrava em minha, mente.
Eu estava ébrio, Sozinho,
Dor. Mãos frias pegavam pano azul marinho.
Disposição afetiva,
Longe dos que vive uma vida festiva.
Eu fiquei só
Estou só,
E continuo só
Na noite elegante, enquanto, chovia,
Lá no cerne de minha individualidade, eu sabia.
Que quando terminasse o paradoxo seria eu,
E que tudo que pensei seria meu...
Bem após o poente,
Profundamente na noite escura,
Onde não há nem resquício da alvura.
No meio da escuridão,
No cerne do quarto da solidão.
O perceber o silêncio Profundo.
Incógnita como se não houvesse um mundo, •.
No meio da chuva procelosa.
Estava eu só em respaldo, de frente a uma rosa,
Os trovoes ecoavam um som estrondoso,
Onde eu austerio, achava-me grandioso.
Eu estava só
Os ventos cantavam em dó,
Na sala eu estava aiboso.
O telhado ficava aquoso.
Na luz do cômodo eu fiquei,
Na claridade dentro, na noite eu, pensei.
Ao alarido, dos relâmpagos, em introspecção.
Onde os mesmo iluminaram o horizonte, de imensidão.
Há vida de sentimentalismo,
Sem enlevo do grande empirismo,
Mas em elegância fiquei solitário, Em dor.
Sentimentos, que não havia lugar pra por.
Eu estive dentro de casa enquanto nas sombras chovia,
E o respirar do vento às arvores retorcia.
No ambiente lívido, eu sentado estive.
Pensamento, por quês, na noute esteve incide.
Fiquei em paz enquanto as gotas tocavam,
Fiquei em Jaz quando, as corujas piavam.
Eu estava Só,
Eu fiz um Nó.
E enforquei-minha vaidade,
Ilusões mortas viveram na verdade.
Mas a aspiração, Deixava-me demente.
Este desejo entrava em minha, mente.
Eu estava ébrio, Sozinho,
Dor. Mãos frias pegavam pano azul marinho.
Disposição afetiva,
Longe dos que vive uma vida festiva.
Eu fiquei só
Estou só,
E continuo só
Na noite elegante, enquanto, chovia,
Lá no cerne de minha individualidade, eu sabia.
Que quando terminasse o paradoxo seria eu,
E que tudo que pensei seria meu...
| Autor(a): JHEM Temas: Paz Tipo: Poesia | |
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