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A maior questão.

A maior questão.

Minha mente ao vaguear nos deliberados
Sentidos das palavras sem nome.
É ébria,

Eu irei apagar,
Andando no vaguear,
Tolo Inebriante,
No dia da estrela de fulgor,
No dia em que não há dor.

No antigo dia do desalento,
No anciente dia sem um somente intento...

Eu queria ser alguém,
Não somente por ser ninguém,
Não é uma obra.
É uma droga, •.

O maior grito é aquele
Que é vociferado no silencio
Fogo, edaz, o incêndio.

Esnoberias apraz,
Onde, há a paz,
O volutopuoso,
Carpal, da beldade,

Sinto matronal maldade,
Vejo o mundo de uma forma, não genuína.
O mundo habitado por uma população suína.
Às vezes penso que vou desvairar,

Eu odeio me profligar,
A desculpa dos fracassados,
É a mesma dos atarantados.
Eu nada faço,

Queria ser alguém.
Mas nos dar a quem?
Divas implícitas.
Vida não explicita.

Desejos secretos,
Estou fixos em decretos.
Está vendo é isso que eu odeio,
É contra isso que eu me rodeio.

De vontades de ser anormal,
Não de ébria forma animal.
Maldita, vil sórdida,
Volutopuosa, caída,

É o que eu odeio é o mundo,
Está atolado no fundo,
De algo que ele nem sabe o que é


















Autor(a): JHEM
Temas: Paz
Tipo: Poesia
Avaliação:
 

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