Campanário das sombras
Campanário das sombras
Estou no campo,
Aberto, onde não há fogo cruzado.
Estou incide.
No campanário das sombras.
O sol vermelho põe-se por traz,
Dos arbustos secos e finos.
Desce aos confins da Terra.
O escarlate lívido brilha como vidro. Às trevas ao lado
O desalento profliga minha alma,
Que na escuridão da noite antecessora, cobriu-me.
Houve uma falda, nos meus sonhos,
Refletindo os para o futuro presente.
A minha incredulidade, irrita-me,
Incredulidade...
Nos ventos mortos da noite apoio meus desejos.
A mim.
Apearam meus planos.
Os vivificaram novamente?
Preciso de veemência, alento.
Os cipós mordaças, do Seol, se lançam.
O abismo das lanças, as voragens,
O mal peleja contra mim.
No fundo poso do campo que decorre nas sombras das trevas,
A saber, mundo.
Estou.
No campanário das sombras.
Estou no campo,
Aberto, onde não há fogo cruzado.
Estou incide.
No campanário das sombras.
O sol vermelho põe-se por traz,
Dos arbustos secos e finos.
Desce aos confins da Terra.
O escarlate lívido brilha como vidro. Às trevas ao lado
O desalento profliga minha alma,
Que na escuridão da noite antecessora, cobriu-me.
Houve uma falda, nos meus sonhos,
Refletindo os para o futuro presente.
A minha incredulidade, irrita-me,
Incredulidade...
Nos ventos mortos da noite apoio meus desejos.
A mim.
Apearam meus planos.
Os vivificaram novamente?
Preciso de veemência, alento.
Os cipós mordaças, do Seol, se lançam.
O abismo das lanças, as voragens,
O mal peleja contra mim.
No fundo poso do campo que decorre nas sombras das trevas,
A saber, mundo.
Estou.
No campanário das sombras.
| Autor(a): JHEM Temas: Ódio, Tempo, Vida Tipo: Poesia | |
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