As brechas do tempo
As brechas do tempo
Como um moinho que gira assim
É o tempo, ele gira e leva contigo toda a vida.
Que seca como uma folha no outono,
Morrera sem perceber que passou por aqui.
Morrerá e não será nada alem de infama partículas de um corpo.
Esse é um destino fardado a todos nos desde que o primeiro homem caiu.
Não sou mais um a passar pela terra.
Não sou mais um nesse mundo.
Não morrerei antes de fazer minha missão.
Não serei esquecido, e provar do inferno.
Não indago sobre a posição do tempo.
Ele passa e nem a maior, mais forte intempérie fica sem apear.
O tempo corre como uma cachoeira,
Que escorre para um rio que se chama.
O dia do fim.
Como um moinho que gira assim
É o tempo, ele gira e leva contigo toda a vida.
Que seca como uma folha no outono,
Morrera sem perceber que passou por aqui.
Morrerá e não será nada alem de infama partículas de um corpo.
Esse é um destino fardado a todos nos desde que o primeiro homem caiu.
Não sou mais um a passar pela terra.
Não sou mais um nesse mundo.
Não morrerei antes de fazer minha missão.
Não serei esquecido, e provar do inferno.
Não indago sobre a posição do tempo.
Ele passa e nem a maior, mais forte intempérie fica sem apear.
O tempo corre como uma cachoeira,
Que escorre para um rio que se chama.
O dia do fim.
| Autor(a): JHEM Temas: Humanidade, Tempo Tipo: Poesia | |
![]() | Avaliação: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |



