O olhar.
O olhar.
O significado.
O nepotismo, nada,
Continua a mesma,
Dor, desalento, onde estão os sonhos,
Onde está, o afeto?
Dizem amanha será um outro dia.
Mas são todos iguais,
Dia sem nome,
Dias de some,
Onde o sono não pode ser suprido,
O calor não pode ser sentido,
A solitude reina.
Nos dias onde não ouso a paz,
Onde o dia novo Jaz,
Desenxabido,
Dias de lamurias.
E a noite cai,
A escuridão sai,
Não ouvem os mortos os gritos dos vivos,
Não Sabem nada na sepultória,
Está à parte da sabedoria,
Não há sabedoria na terra do silencio,
Não há alegria no mundo dos mortos,
Não eles não sabem de nada na noite eterna.
Estão em evo
Não há simpósio onde vivem os mortos.
Há somente tristeza e angustia dos que nada fizeram,
Não há olhar
Não há significado
Não há sabedoria,
Continua a mesma insolução.
Estão silentes no Xeol, nem seus pensamentos pensam.
Onde está a sabedoria.
Os céus se tornaram de bronze envelhecido,
As manhas negras são todas iguais,
Noute sem nome,
As noites não são nomeadas
Onde não acordam de um pesadelo
Sente frio, mas não sabem.
O silencio reina em suas montanhas.
No mundo dos mortos no mundo dos que nada sabem,
O silencio impera abaixo, das nuvens negras,
No Xeol.
O significado.
O nepotismo, nada,
Continua a mesma,
Dor, desalento, onde estão os sonhos,
Onde está, o afeto?
Dizem amanha será um outro dia.
Mas são todos iguais,
Dia sem nome,
Dias de some,
Onde o sono não pode ser suprido,
O calor não pode ser sentido,
A solitude reina.
Nos dias onde não ouso a paz,
Onde o dia novo Jaz,
Desenxabido,
Dias de lamurias.
E a noite cai,
A escuridão sai,
Não ouvem os mortos os gritos dos vivos,
Não Sabem nada na sepultória,
Está à parte da sabedoria,
Não há sabedoria na terra do silencio,
Não há alegria no mundo dos mortos,
Não eles não sabem de nada na noite eterna.
Estão em evo
Não há simpósio onde vivem os mortos.
Há somente tristeza e angustia dos que nada fizeram,
Não há olhar
Não há significado
Não há sabedoria,
Continua a mesma insolução.
Estão silentes no Xeol, nem seus pensamentos pensam.
Onde está a sabedoria.
Os céus se tornaram de bronze envelhecido,
As manhas negras são todas iguais,
Noute sem nome,
As noites não são nomeadas
Onde não acordam de um pesadelo
Sente frio, mas não sabem.
O silencio reina em suas montanhas.
No mundo dos mortos no mundo dos que nada sabem,
O silencio impera abaixo, das nuvens negras,
No Xeol.
| Autor(a): JHEM Temas: Felicidade, Vida Tipo: Poesia | |
![]() | Avaliação: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |



