Pra algum lugar
Pra onde os ventos não levam o tempo
Pra onde os rios levam os lamentos
E onde as rosas ainda são vermelhas
E o céu ainda, azul.
Caminhar pelo caminho de nuvens
Em desprezo aos horizontes
Impróprios ao céu sem cor
Inúteis ao meu rancor.
Como cada sopro de vida em meu coração
Levanto o tempo sobre meus olhos
E os fecho diante de ti,
Que é minha glória,
E minha desgraça.
Se o som do batimento parar
Que me leve a algum lugar
Onde os pássaros vão girar
Em torno dos risos entrelaçados ao luar.
Girando em torno do teu pescoço,
Como um cordão do tempo
Que o vento
Não levará.
Que um dia, eu possa andar
Pelos cabelos de um Deus
Perdido em cada olhar
Perdido no coração daquele
Que já não sabe sonhar.
(Mayara Braga, novembro de 2007).
Pra onde os rios levam os lamentos
E onde as rosas ainda são vermelhas
E o céu ainda, azul.
Caminhar pelo caminho de nuvens
Em desprezo aos horizontes
Impróprios ao céu sem cor
Inúteis ao meu rancor.
Como cada sopro de vida em meu coração
Levanto o tempo sobre meus olhos
E os fecho diante de ti,
Que é minha glória,
E minha desgraça.
Se o som do batimento parar
Que me leve a algum lugar
Onde os pássaros vão girar
Em torno dos risos entrelaçados ao luar.
Girando em torno do teu pescoço,
Como um cordão do tempo
Que o vento
Não levará.
Que um dia, eu possa andar
Pelos cabelos de um Deus
Perdido em cada olhar
Perdido no coração daquele
Que já não sabe sonhar.
(Mayara Braga, novembro de 2007).
| Autor(a): Mayara de Oliveira Braga Temas: Felicidade Tipo: Poesia | |
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Comentários
@ 23/11/2007 18:29:30
Ameeeiiii!!!!!!!!!!!!!
Parabens
guria!!!!!!!
Ameeeiiii!!!!!!!!!!!!!
Parabens
guria!!!!!!!



