No fim do infinito
O amor fervia naquela manhã de inverno,
Havia declarado suas três amadas.
As três mulheres de sua vida,
Suas palavras doces me faziam acreditar
Que era verdade,
Há pouco tempo,
Demonstrou desprezo por quem tanto amara.
Quase me fez acreditar que aquele seria o dia,
Seria o dia e que nossos corações seriam uns dos outros,
E nossos corpos estariam tão próximos,
A ponto de poder se imaginar só um.
Nossas almas estariam tão unidas,
Que nem a própria morte nos separaria.
Mas engano meu,
Após alguns instantes, nos separamos,
Havia visto que realmente não fora a própria morte,
E sim o próprio destino.
A angustia se tornou como uma chama reveladora,
O ciúme, que nunca houvera habitado em minha alma,
Tomou-me completamente,
Tornando-me assim uma fera desgovernada,
Minha alma e minha mente estavam impuras...
E nem a mais pura das auras poderia me salvar...
Oh habitante do destino!
Livra-me dessa angustia que me toma,
E fala-me, sobre o que eu quero saber...
Explica-me o que quero entender...
E mostra se esse amor...
Realmente junta nossas almas...
Acordei, e vi que não,
Você não estava ao meu lado,
Será que tudo aquilo aconteceu?
Ou será que realmente não aconteceu?
Será que tudo aquilo houvera sido somente uma peça do destino?
Que em meu sonho, ou em minha realidade, houvera acontecido...
Mas que nossas almas fiquem juntas até o fim da morte!
Pois meu amor está contido no fim do infinito.
Havia declarado suas três amadas.
As três mulheres de sua vida,
Suas palavras doces me faziam acreditar
Que era verdade,
Há pouco tempo,
Demonstrou desprezo por quem tanto amara.
Quase me fez acreditar que aquele seria o dia,
Seria o dia e que nossos corações seriam uns dos outros,
E nossos corpos estariam tão próximos,
A ponto de poder se imaginar só um.
Nossas almas estariam tão unidas,
Que nem a própria morte nos separaria.
Mas engano meu,
Após alguns instantes, nos separamos,
Havia visto que realmente não fora a própria morte,
E sim o próprio destino.
A angustia se tornou como uma chama reveladora,
O ciúme, que nunca houvera habitado em minha alma,
Tomou-me completamente,
Tornando-me assim uma fera desgovernada,
Minha alma e minha mente estavam impuras...
E nem a mais pura das auras poderia me salvar...
Oh habitante do destino!
Livra-me dessa angustia que me toma,
E fala-me, sobre o que eu quero saber...
Explica-me o que quero entender...
E mostra se esse amor...
Realmente junta nossas almas...
Acordei, e vi que não,
Você não estava ao meu lado,
Será que tudo aquilo aconteceu?
Ou será que realmente não aconteceu?
Será que tudo aquilo houvera sido somente uma peça do destino?
Que em meu sonho, ou em minha realidade, houvera acontecido...
Mas que nossas almas fiquem juntas até o fim da morte!
Pois meu amor está contido no fim do infinito.
| Autor(a): Mayara de Oliveira Braga Temas: Felicidade, Homem, Amor Tipo: Poesia | |
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