Em busca do amor
Amor...
Perfeito amor.
Em busca eu estou de tal sentimento
Não quero eu estar pairada nesse espaço
Espaço sem começo e nem fim.
Não quero eu ser algo tão constante em meu próprio viver
Não quero eu ser tão serena
Quero, igualmente, ser algo em que as montanhas jamais alcancem.
Quero ser como as formigas que paradas nunca estão
Nesse meio tempo me encontro afastada de mim mesma
Não sei mais quem sou
Se os erros do passado ainda valem à pena comete-los
Não sei onde parei
Não sei se até mesmo parei
Parei, cansei, andei, não sei.
Não sei de mais nada
Parecem-me que vários capítulos do meu viver foram pulados
Que varias emoções se foram e eu não pude tocá-las
Passaram batidas
E eu, na esperança, de que voltem.
Como voltar momentos que nem a lembrança pode trazer?
Fui tão ausente de mim mesma
Enquanto muitos buscaram cuidar de si próprios
Lá estava eu, quieta, em meu canto.
Longe de mim mesma
Perdida no tempo e no espaço
Enquanto muitos outros estavam procurando “viver”
Estava eu dormindo o tempo todo
Quando já despertei nem sabia para que minha vida servia
Construí um novo viver
A partir de então construí uma nova personalidade...
Ressurgi no tempo e no espaço
Achei-me quando ninguém mais me achava
Achei-me quando cansaram de procurar
Achei, encontrei , deparei, descobri...
Nem mesmo sei...
E as lembranças do passado?
Nem sei se um dia existiram
Pois as vivi com tamanha intensidade que hoje diria que seria sonho
Bela infância, terrível pré-adolescência, e por fim, adolescência.
Talvez, quem sabe um recomeço.
Porém, jamais ser quem sou no presente quando estiver no futuro.
Pois a cada dia quero buscar meu verdadeiro eu
Construir uma nova historia
Ser a cada dia uma nova pessoa
Ser e estar o presente de cada dia.
Perfeito amor.
Em busca eu estou de tal sentimento
Não quero eu estar pairada nesse espaço
Espaço sem começo e nem fim.
Não quero eu ser algo tão constante em meu próprio viver
Não quero eu ser tão serena
Quero, igualmente, ser algo em que as montanhas jamais alcancem.
Quero ser como as formigas que paradas nunca estão
Nesse meio tempo me encontro afastada de mim mesma
Não sei mais quem sou
Se os erros do passado ainda valem à pena comete-los
Não sei onde parei
Não sei se até mesmo parei
Parei, cansei, andei, não sei.
Não sei de mais nada
Parecem-me que vários capítulos do meu viver foram pulados
Que varias emoções se foram e eu não pude tocá-las
Passaram batidas
E eu, na esperança, de que voltem.
Como voltar momentos que nem a lembrança pode trazer?
Fui tão ausente de mim mesma
Enquanto muitos buscaram cuidar de si próprios
Lá estava eu, quieta, em meu canto.
Longe de mim mesma
Perdida no tempo e no espaço
Enquanto muitos outros estavam procurando “viver”
Estava eu dormindo o tempo todo
Quando já despertei nem sabia para que minha vida servia
Construí um novo viver
A partir de então construí uma nova personalidade...
Ressurgi no tempo e no espaço
Achei-me quando ninguém mais me achava
Achei-me quando cansaram de procurar
Achei, encontrei , deparei, descobri...
Nem mesmo sei...
E as lembranças do passado?
Nem sei se um dia existiram
Pois as vivi com tamanha intensidade que hoje diria que seria sonho
Bela infância, terrível pré-adolescência, e por fim, adolescência.
Talvez, quem sabe um recomeço.
Porém, jamais ser quem sou no presente quando estiver no futuro.
Pois a cada dia quero buscar meu verdadeiro eu
Construir uma nova historia
Ser a cada dia uma nova pessoa
Ser e estar o presente de cada dia.
| Autor(a): Mirella Fernanda Temas: Amor, Vida, Homem Tipo: Poesia | |
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