A Sonata
A Sonata
A moça é formosa.
Olor fugaz de uma rosa,
É uma prefacio não contado,
És um tesouro não achado.
Presidias na reminiscência.
No explicito da consciência.
Beldade estupenda é ardente:
Aprisiona o demente
Nos esgueiro do teu olhar;
Eu vou à introspecção, do amar.
Sabor da falda de tua boca macia.
Devaneio de sempre na noute fria,
A tua pele perfumada é lânguida,
Profilo, linda, fulgor, de guisa medida
Os teus sorrisos são vênero.
És esperança côngrua do clero.
És sapida, lidima sonata.
Infusa, sutil do seu corpo de nata,
Recrudeço, o afável e amável amplexo.
A encostar-me aos seus cabelos com reflexo
Elegância, espevitada pudica em teus atavios.
As vitrías claras cintilantes dos teus lábios
Aeragem, do teu alento, e’minha face.
Ambicionaria descansar contigo antes que o tempo se passe.
Que meu colo fosse teu respaldar,
No dia que em ócio fosse descansar,
E a lufada, acordasse seus cabelos em quanto você dormia.
Se vos estivesse comigo no dia a solidão não me alcançaria,
E teus olhos brilhavam como pedra afogueada.
E esse brilho em teu rosto refletia a você apaixonada.
A moça é formosa.
Olor fugaz de uma rosa,
É uma prefacio não contado,
És um tesouro não achado.
Presidias na reminiscência.
No explicito da consciência.
Beldade estupenda é ardente:
Aprisiona o demente
Nos esgueiro do teu olhar;
Eu vou à introspecção, do amar.
Sabor da falda de tua boca macia.
Devaneio de sempre na noute fria,
A tua pele perfumada é lânguida,
Profilo, linda, fulgor, de guisa medida
Os teus sorrisos são vênero.
És esperança côngrua do clero.
És sapida, lidima sonata.
Infusa, sutil do seu corpo de nata,
Recrudeço, o afável e amável amplexo.
A encostar-me aos seus cabelos com reflexo
Elegância, espevitada pudica em teus atavios.
As vitrías claras cintilantes dos teus lábios
Aeragem, do teu alento, e’minha face.
Ambicionaria descansar contigo antes que o tempo se passe.
Que meu colo fosse teu respaldar,
No dia que em ócio fosse descansar,
E a lufada, acordasse seus cabelos em quanto você dormia.
Se vos estivesse comigo no dia a solidão não me alcançaria,
E teus olhos brilhavam como pedra afogueada.
E esse brilho em teu rosto refletia a você apaixonada.
| Autor(a): JHEM Temas: Amor, Mulher, Paz Tipo: Poesia | |
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