Inertemente
Inertemente, meu coração bate quando lembro de você.
Meu peito rasga e sente
Como se cada segundo fosse sufocante e debilitante
Paraliso os sentidos,
E conscientemente entendo
Que a cada momento sem você,
Um milagre deixa de existir.
Que a cada respirar sem você,
Meu coração deixa de viver.
Inertemente escuto meu coração dizer:
Meu amor... Seu amor, nosso amor.
Eu te escuto em minha mente
E você está dizendo Adeus
Eu não entendo e isso me fere.
É tão mágico,
Janelas e portas se abrem
O chão não é tão frio
E o caminho não tão perigoso,
E em um piscar de olhos,
Foge a mim cada ação.
Meus olhos se lacram,
Inertemente cada segundo passa.
Mas sem você eu paro no tempo.
Sem você as lágrimas congelam,
Os sentimentos apodrecem...
A esperança desaparece.
Escuto meu coração,
O ódio domina, o vazio prevalece.
O tempo passa, o mundo muda.
E continuo parada e presa na escuridão.
Procuro por suas respostas,
Para perguntas que jamais foram feitas.
Procuro qualquer sinal seu,
Para atos meus mal correspondidos.
Procuro você, inertemente.
O vazio rasga por dentro
Aquele que nunca quis estar aqui.
Mas que inerte vive e inerte sente.
Inerte, ama. Inerte, odeia.
Inconscientemente sofre,
Sonhando inertemente com apenas aquilo que deseja.
Para o Matheus.
(Mayara Braga, abril de 2008).
Meu peito rasga e sente
Como se cada segundo fosse sufocante e debilitante
Paraliso os sentidos,
E conscientemente entendo
Que a cada momento sem você,
Um milagre deixa de existir.
Que a cada respirar sem você,
Meu coração deixa de viver.
Inertemente escuto meu coração dizer:
Meu amor... Seu amor, nosso amor.
Eu te escuto em minha mente
E você está dizendo Adeus
Eu não entendo e isso me fere.
É tão mágico,
Janelas e portas se abrem
O chão não é tão frio
E o caminho não tão perigoso,
E em um piscar de olhos,
Foge a mim cada ação.
Meus olhos se lacram,
Inertemente cada segundo passa.
Mas sem você eu paro no tempo.
Sem você as lágrimas congelam,
Os sentimentos apodrecem...
A esperança desaparece.
Escuto meu coração,
O ódio domina, o vazio prevalece.
O tempo passa, o mundo muda.
E continuo parada e presa na escuridão.
Procuro por suas respostas,
Para perguntas que jamais foram feitas.
Procuro qualquer sinal seu,
Para atos meus mal correspondidos.
Procuro você, inertemente.
O vazio rasga por dentro
Aquele que nunca quis estar aqui.
Mas que inerte vive e inerte sente.
Inerte, ama. Inerte, odeia.
Inconscientemente sofre,
Sonhando inertemente com apenas aquilo que deseja.
Para o Matheus.
(Mayara Braga, abril de 2008).
| Autor(a): Mayara de Oliveira Braga Temas: Amor Tipo: Poesia | |
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