O beijo
Ao ato de absorto,
Em uma sala clara.
Penso... Repenso,
Em seus lábios.
Ao ver da beleza dos mesmos.
A presente maciez
Cuja qual quem dera eu sentir!
Quão venusta e a tua boca!
Que me melindra com tal delicadeza.
Ao ver uma pétala de orquídea.
A cor viva de rósea,
Clara cintilante com como reflexo de vidro,
Pelo brilho de seus lábios.
Úmido, escorregadio, e molhado,
E sabor de infrutescência,
E a sucção de sua saliva doce como cereja,
Sapida e olor como mistura de morango e menta.
Mordisca-los de leve,
O gosto de sorver seus tenros lábios. E as
Gotas de néctar e vinho que manam do interior de tua boca
Haurir vossa língua,
Enquanto ela volve.
A temperatura de seu osculo se encontrará entre o quente e o frio.
Diz o cronista sobre o osculo com pejo,
Que sou?
Sou o Desejo,
A explorar a profundidade,
De um beijo.
Em uma sala clara.
Penso... Repenso,
Em seus lábios.
Ao ver da beleza dos mesmos.
A presente maciez
Cuja qual quem dera eu sentir!
Quão venusta e a tua boca!
Que me melindra com tal delicadeza.
Ao ver uma pétala de orquídea.
A cor viva de rósea,
Clara cintilante com como reflexo de vidro,
Pelo brilho de seus lábios.
Úmido, escorregadio, e molhado,
E sabor de infrutescência,
E a sucção de sua saliva doce como cereja,
Sapida e olor como mistura de morango e menta.
Mordisca-los de leve,
O gosto de sorver seus tenros lábios. E as
Gotas de néctar e vinho que manam do interior de tua boca
Haurir vossa língua,
Enquanto ela volve.
A temperatura de seu osculo se encontrará entre o quente e o frio.
Diz o cronista sobre o osculo com pejo,
Que sou?
Sou o Desejo,
A explorar a profundidade,
De um beijo.
| Autor(a): JHEM Temas: Amor, Homem, Mulher Tipo: Poesia | |
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