Um toque, um momento
Uma árvore, ao receber o suave brilho do sol nas primeiras horas da manhã, imagina o Amor de Deus invadir o seu ser; e ao imaginar, ela vive.
Os pássaros, que cultivam o brilho da liberdade em seus olhos, sentem o ar tocar suas asas trazendo o Amor de Deus; e por imaginar o Amor de Deus, eles cantam.
Um belo e vigoroso rio, orgulhoso por nunca volta atrás, sente que a Força que o impulsiona a vencer obstáculos e longas distâncias flui de Deus; e por sentir a Força Divina, segue sempre em frente.
Uma lagarta, que para muitos não passa de uma criatura medonha, cultiva o sonho de um dia pode ser tão bela quanto as fadas. Em seu coração, sabe que esse sonho também é um sonho de Deus; e por acreditar e viver os sonhos, um dia será realmente uma borboleta, tão bela quanto às fadas.
Uma criança, ainda no calor do ventre materno, deseja permanecer ali, aquecida e protegida por muito tempo. Mas tudo muda quando o sonho da vida brilha em seu coração e desperta seu espírito. Ela reconhece esse brilho e sabe que o Despertar é o toque de Deus, por isso deseja nascer para uma Existência de aprendizagem. Seus primeiro choro não é dor e nem de medo, mas em uma linguagem Divina, agradece ao Criador pelo Dom da vida.
Mas hoje, o homem tem o suave brilho do sol apenas como um produto estético; a serenidade do ar e a coragem dos rios não encantam, pois preferem tê-los como depósitos dos seus próprios venenos e anseios. Para o homem, os sonhos são criaturas nojentas, quem sonha é perdedor; para o homem sem sonhos, Deus não é uma realidade.
O homem não vive e nem lembra do tempo em que o Amor de Deus o aquecia, e nem que foi esse mesmo Amor que o gerou. Quando o homem esquece e se afasta do Amor de Deus, o ódio se aproxima e o torna escravo de um vazio que atormenta, destrói e assassina o Dom de viver.
Sem o brilho, sem Amor e sem Deus, de que valerá o homem em sua Existência?
Deus está onde sempre esteve.
Podemos tocá-lo!
Por Nido Ramos.
Os pássaros, que cultivam o brilho da liberdade em seus olhos, sentem o ar tocar suas asas trazendo o Amor de Deus; e por imaginar o Amor de Deus, eles cantam.
Um belo e vigoroso rio, orgulhoso por nunca volta atrás, sente que a Força que o impulsiona a vencer obstáculos e longas distâncias flui de Deus; e por sentir a Força Divina, segue sempre em frente.
Uma lagarta, que para muitos não passa de uma criatura medonha, cultiva o sonho de um dia pode ser tão bela quanto as fadas. Em seu coração, sabe que esse sonho também é um sonho de Deus; e por acreditar e viver os sonhos, um dia será realmente uma borboleta, tão bela quanto às fadas.
Uma criança, ainda no calor do ventre materno, deseja permanecer ali, aquecida e protegida por muito tempo. Mas tudo muda quando o sonho da vida brilha em seu coração e desperta seu espírito. Ela reconhece esse brilho e sabe que o Despertar é o toque de Deus, por isso deseja nascer para uma Existência de aprendizagem. Seus primeiro choro não é dor e nem de medo, mas em uma linguagem Divina, agradece ao Criador pelo Dom da vida.
Mas hoje, o homem tem o suave brilho do sol apenas como um produto estético; a serenidade do ar e a coragem dos rios não encantam, pois preferem tê-los como depósitos dos seus próprios venenos e anseios. Para o homem, os sonhos são criaturas nojentas, quem sonha é perdedor; para o homem sem sonhos, Deus não é uma realidade.
O homem não vive e nem lembra do tempo em que o Amor de Deus o aquecia, e nem que foi esse mesmo Amor que o gerou. Quando o homem esquece e se afasta do Amor de Deus, o ódio se aproxima e o torna escravo de um vazio que atormenta, destrói e assassina o Dom de viver.
Sem o brilho, sem Amor e sem Deus, de que valerá o homem em sua Existência?
Deus está onde sempre esteve.
Podemos tocá-lo!
Por Nido Ramos.
| Autor(a): Nido. Temas: Vida, Humanidade, Amor Tipo: Pensamento | |
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