Sobrevivendo ao silêncio
Vou criar um mundo sem cor, vazio e escasso.
Vou pintar o céu com meus pesadelos, tristes sonhos órfãos que não viram o sol.
Vou pisar em cacos de vidros mortais, que rasgam minha alma e me libertam do silêncio.
Sou um Deus? Não.
Eu sou a vida.
Eu sou a sua vida.
Eu sou o seu longo dia insignificante e frio.
Olhe seus passos.
Consegue me ver?
Consegue ver a exatidão desconexa de uma existência que se perdeu em seus próprios pensamentos?
Lá fora o tempo fingi acontecer, e as pessoas acreditam e ainda buscam um sentido para o universo. Lá fora, trovões encantam os corações dos que resistiram ao silêncio dos quartos escuros.
Por Nido Ramos.
Vou pintar o céu com meus pesadelos, tristes sonhos órfãos que não viram o sol.
Vou pisar em cacos de vidros mortais, que rasgam minha alma e me libertam do silêncio.
Sou um Deus? Não.
Eu sou a vida.
Eu sou a sua vida.
Eu sou o seu longo dia insignificante e frio.
Olhe seus passos.
Consegue me ver?
Consegue ver a exatidão desconexa de uma existência que se perdeu em seus próprios pensamentos?
Lá fora o tempo fingi acontecer, e as pessoas acreditam e ainda buscam um sentido para o universo. Lá fora, trovões encantam os corações dos que resistiram ao silêncio dos quartos escuros.
Por Nido Ramos.
| Autor(a): Nido. Temas: Tempo, Humanidade Tipo: Pensamento | |
![]() | Avaliação: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |



