Há
Sou enquanto sou,
Categórico hipotético,
Se quiser conhecer terei de desvencilhar.
O sentimento que me atazana, o que não admito.
Incido, onde há trevas, onde há dor e tristeza.
No mundo de cinzas que eu odeio,
No mundo onde os tolos insanos nunca provaram,
O medo,
Tristeza, desenxabida.
Como eu queria estar em um lugar quente
Não na idade das trevas,
Na era medieval.
Quero sair das sombras do desalento,
Da dor de não existir,
Terrível: é existir sem alento para pensar.
Pois se penso logo existo.
A solidão enfadonha e o opróbrio enchem minha alma.
Dor e sentimento atroz atravessam minha vida,
Não, os tolos não sentem isso.
Os tolos são felizes?
Os necios sentem a dor de não existir?
Então eu me contorço na minha cama procurando um motivo para minha existência.
Voltando para meus profundos devaneios inexistentes,
Sem poder respirar aliviado,
Por carregar a felicidade de existir,
A felicidade de Viver,
Um dia após o outro com motivos para isso.
Por que eu?
Tristeza por que a mim?
Em um momento que seu coração bate somente para existir.
Existe somente para sofrer um maldito sentimento que não Possui nome
Por que comigo?
Por que eu?
Se ate os tolos são felizes,
A tristeza me acompanha e a dor e meu fardo,
A falácia de realidade toma conta de minha mente.
Enquanto eu procuro sair daqui,
Não por que assim.
Somente há uma saída,
E eu conheço,
A felicidade de andar e sentir o calor em minha pele,
E ver campos das verdes manhãs, com o olor,
Perfumado, das brisas saltantes fugazes, onde o ar canta por entres as flores, e arvores frondosas.
Categórico hipotético,
Se quiser conhecer terei de desvencilhar.
O sentimento que me atazana, o que não admito.
Incido, onde há trevas, onde há dor e tristeza.
No mundo de cinzas que eu odeio,
No mundo onde os tolos insanos nunca provaram,
O medo,
Tristeza, desenxabida.
Como eu queria estar em um lugar quente
Não na idade das trevas,
Na era medieval.
Quero sair das sombras do desalento,
Da dor de não existir,
Terrível: é existir sem alento para pensar.
Pois se penso logo existo.
A solidão enfadonha e o opróbrio enchem minha alma.
Dor e sentimento atroz atravessam minha vida,
Não, os tolos não sentem isso.
Os tolos são felizes?
Os necios sentem a dor de não existir?
Então eu me contorço na minha cama procurando um motivo para minha existência.
Voltando para meus profundos devaneios inexistentes,
Sem poder respirar aliviado,
Por carregar a felicidade de existir,
A felicidade de Viver,
Um dia após o outro com motivos para isso.
Por que eu?
Tristeza por que a mim?
Em um momento que seu coração bate somente para existir.
Existe somente para sofrer um maldito sentimento que não Possui nome
Por que comigo?
Por que eu?
Se ate os tolos são felizes,
A tristeza me acompanha e a dor e meu fardo,
A falácia de realidade toma conta de minha mente.
Enquanto eu procuro sair daqui,
Não por que assim.
Somente há uma saída,
E eu conheço,
A felicidade de andar e sentir o calor em minha pele,
E ver campos das verdes manhãs, com o olor,
Perfumado, das brisas saltantes fugazes, onde o ar canta por entres as flores, e arvores frondosas.
| Autor(a): JHEM Temas: Felicidade, Paz, Vida Tipo: Pensamento | |
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