A Pedagogia de Resultados e a Escola de Qualidade
Pensar em novas concepções pedagógicas, novas metodologias de ensino, a compreensão dos mecanismos da aprendizagem, são questões recorrentes em qualquer discussão no meio educacional. São inúmeras as concepções que convergem para o mesmo tema: a busca de uma educação de qualidade.
Não é tarefa simples encontrar uma síntese de apropriação fácil e de consenso entre educadores, que responda à essas indagações inquietantes e sempre oportunas.
Pensar em educação de qualidade exige muitos olhares e não pressupões que existam muitas opiniões convergentes.
Muito já se avançou nsse caminho e nos parece mais valioso encontrarmos na produção pedagógica moderna alguns recortes que possam em conjunto, fornecer subsídios para a construção de uma prática educativa produtiva.No entanto quem não sabe O que ensinar, não saberá Como ensinar.
Se a sociedade exige competitividade, produtividade, excelência em tudo e cada vez mais, cabe a escola forma cidadãos aptos a participar desse mercado em ebulição.
A pedagogia deve estar voltada para essa realidade: a da produtividade, uma prática pedagógica eficiente, uma Pedagogia de Resultados.
Em primeiro lugar a escola deve aproveitar a sua autonomia para pensar e realizar um projeto amplamente relacionado com as necessidades locais, de sua clientela. Uma prática que busque identificar as caracteríscas vigentes no espaço social onde sua ação atinge.
Num segundo momento, cabe a escola a tarefa de promover a educação científica e cultural de seus agentes, com o propósito de desenvolver potencialidades, formando cidadãos.
Isso só se faz quando a escola, instituição especializada em formação social, conhecer esse seu papel e traçcar objetivos personalizados para tal tarefa.
Essa intervenção social permite a elaboração de uma prosta de trabalho, com objetivos de ensino bem delineados, concretos e legítimos.
Envolver a comunidade escolar, alunos, professores, direção, pais e funcionários nas tomadas de decisão, no processo de elaboração, implantação e reformulação da proposta, é um passo fundamental para garantir o sucesso.
É impressindível que os professores se vejam como especialistas em suas áreas e o façam por merecer. Formação acadêmica e continuada, é indispensável.
O Projeto Político Pedagógico é um suporte fundamental para a construção da autonomia, da identidade e do currículo escolar. Ele deve refletir todo o pensamento filosófico, pedagógico e o cotidiano da instituição, dessa forma, a escola define o seu papel, a sua maneira de ser e todos falam a mesma língua.
Por fim, o mais importante, todas essas ações devem ser muito bem orquestradas para que aquilo que foi pesquisado, discutido, elaborado e projetado, não fique só no papel. A gestão dos diversos recursos, sejam humanos, sejam materiais,sejam financeiros, deve estar em consonância com o principal propósito da escola: a formação do cidadão.
Conhecer a realidade, planejar ações de inserção local e praticar tais ações com eficiência, são sustentáculos para uma ação pedagógica de resultados e resultados efetivos
Não é tarefa simples encontrar uma síntese de apropriação fácil e de consenso entre educadores, que responda à essas indagações inquietantes e sempre oportunas.
Pensar em educação de qualidade exige muitos olhares e não pressupões que existam muitas opiniões convergentes.
Muito já se avançou nsse caminho e nos parece mais valioso encontrarmos na produção pedagógica moderna alguns recortes que possam em conjunto, fornecer subsídios para a construção de uma prática educativa produtiva.No entanto quem não sabe O que ensinar, não saberá Como ensinar.
Se a sociedade exige competitividade, produtividade, excelência em tudo e cada vez mais, cabe a escola forma cidadãos aptos a participar desse mercado em ebulição.
A pedagogia deve estar voltada para essa realidade: a da produtividade, uma prática pedagógica eficiente, uma Pedagogia de Resultados.
Em primeiro lugar a escola deve aproveitar a sua autonomia para pensar e realizar um projeto amplamente relacionado com as necessidades locais, de sua clientela. Uma prática que busque identificar as caracteríscas vigentes no espaço social onde sua ação atinge.
Num segundo momento, cabe a escola a tarefa de promover a educação científica e cultural de seus agentes, com o propósito de desenvolver potencialidades, formando cidadãos.
Isso só se faz quando a escola, instituição especializada em formação social, conhecer esse seu papel e traçcar objetivos personalizados para tal tarefa.
Essa intervenção social permite a elaboração de uma prosta de trabalho, com objetivos de ensino bem delineados, concretos e legítimos.
Envolver a comunidade escolar, alunos, professores, direção, pais e funcionários nas tomadas de decisão, no processo de elaboração, implantação e reformulação da proposta, é um passo fundamental para garantir o sucesso.
É impressindível que os professores se vejam como especialistas em suas áreas e o façam por merecer. Formação acadêmica e continuada, é indispensável.
O Projeto Político Pedagógico é um suporte fundamental para a construção da autonomia, da identidade e do currículo escolar. Ele deve refletir todo o pensamento filosófico, pedagógico e o cotidiano da instituição, dessa forma, a escola define o seu papel, a sua maneira de ser e todos falam a mesma língua.
Por fim, o mais importante, todas essas ações devem ser muito bem orquestradas para que aquilo que foi pesquisado, discutido, elaborado e projetado, não fique só no papel. A gestão dos diversos recursos, sejam humanos, sejam materiais,sejam financeiros, deve estar em consonância com o principal propósito da escola: a formação do cidadão.
Conhecer a realidade, planejar ações de inserção local e praticar tais ações com eficiência, são sustentáculos para uma ação pedagógica de resultados e resultados efetivos
| Autor(a): Elton Magrinelli Temas: Crítica Tipo: Opinião | |
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