O quarto
O quarto
Não existe sinfonia para o que sinto.
Não há som perfeito para esse sentimento.
Mas algumas calham para, tentar assentir-me.
Onde estou?
Estou na ruína,
Onde me vejo em um espelho quebrado,
Sinto-me preso em seu interior.
Mas não fizesse parte de seu etéreo.
Estou sozinho aqui nesse esmo.
Prossigo a reconhecer as intempéries de minha casa.
E levar-me ao meu leito de letargia,
Onde estreitamente divido espaço com os moveis,
É nesse leito que recosto a cabeça no travesseiro em busca de ócio.
É enquanto repouso não sei o que há ao meu derredor obscuro, a vista do dia.
É enquanto estou entregue ao sono, que eu distorço o que se passou.
E descubro que, nada sou.
Enquanto desacordado ao ver do mundo exterior.
Aos acordares da noite ergo-me me encharcando em um lago de suor.
Que se esfria ao ar gélido da noite.
Eles temem a solidão.
Eles temem a conhecer.
Não existe sinfonia para o que sinto.
Não há som perfeito para esse sentimento.
Mas algumas calham para, tentar assentir-me.
Onde estou?
Estou na ruína,
Onde me vejo em um espelho quebrado,
Sinto-me preso em seu interior.
Mas não fizesse parte de seu etéreo.
Estou sozinho aqui nesse esmo.
Prossigo a reconhecer as intempéries de minha casa.
E levar-me ao meu leito de letargia,
Onde estreitamente divido espaço com os moveis,
É nesse leito que recosto a cabeça no travesseiro em busca de ócio.
É enquanto repouso não sei o que há ao meu derredor obscuro, a vista do dia.
É enquanto estou entregue ao sono, que eu distorço o que se passou.
E descubro que, nada sou.
Enquanto desacordado ao ver do mundo exterior.
Aos acordares da noite ergo-me me encharcando em um lago de suor.
Que se esfria ao ar gélido da noite.
Eles temem a solidão.
Eles temem a conhecer.
| Autor(a): JHEM Temas: Crítica, Felicidade, Paz Tipo: Crônica | |
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