A maçã do amor
Abacaxi é bom. Apesar de suas “escamas” e sua coroa de espinhos, é uma fruta gostosa. Doce e molhado, o abacaxi conquista a cada dia novos “adeptos”. O morango é suave e fino. Seu sabor é chique ao paladar, talvez isso explique seu alto preço no mercado.
Podemos ir ao maracujá. Amargo e azedo, dizem os mais pessimistas. Bonito e gosto, esbravejam os fãs dessa fruta bem tropical.
Dentre todas as frutas que temos à escolha, podemos destacar a maçã. De nome estranho, essa fruta abre um leque de muitas análises. Casca azeda talvez? Dura a cada mordida? Pode ser. Quem sabe, uma fruta falsa? Pois é. Apesar da cara “bonita”, uma maça pode esconder dentro de si, muitos “adjetivos” não interessantes.
Toda vez que comemos uma maça, sempre damos nossa primeira mordida com cautela. Vemos primeiro se há algum bicho, algum podre, algum “defeito” dentro da fruta, para depois comê-la. E por incrível que pareça, também somos assim nos nossos atos. Fazendo uma analogia em nossas vidas, podemos dizer que muitas vezes temos que decidir entre morder uma maçã desconhecida ou simplesmente abrir mão da fruta e dos riscos.
Que é bom prevenir, isso é evidente. Mas, que graça tem, quando não arriscamos em acreditar? Assim como existem maçãs podres, com defeitos, também existem maçãs maravilhosas, doces, brilhantes, etc. E a maior gratificação que a vida nos proporciona é esta. Poder morder nossa maçã sem medo. Sem medo de tr um bicho dentro dela, sem medo dela não ser tão “brilhante” assim, sem medo dela não ser tão perfeita como ela aparenta ser. E sabe porque mordemos a maçã sem medo? Porque sabemos que nós também temos nossos “bichos”, nossas falhas. E se abrimos mão de tentar aquela maçã que nos move, simplesmente por ter o risco dela não ser tão perfeita como aparenta, é uma falha maior como qualquer outra.
Sabemos como somos. Sabemos como as pessoas são. Erramos, julgamos, falhamos e nem por isso deixamos de amar. Pode o marido se separar da mulher (ou deixar de amá-la) pelo simples fato de descobrir que ela, digamos, tem mania de deixar a toalha molhada no banheiro? Jamais. Maçãs: verdes, vermelhas, azedas, doces, enfim, há maçãs para todos os tipos e gostos. Existem aqueles que preferem as maçãs mais cheirosas, outros, maçãs maiores. Mas tem aqueles, que, assim como eu, preferem acreditar que só uma maçã basta, independente de como ela seja. Até porque, aprendi que: maçã não se escolhe, apenas se tenta de alguma forma, fazer com que ela seja parte da sua vida.
Eu adoro maçãs, na verdade, só uma.
Podemos ir ao maracujá. Amargo e azedo, dizem os mais pessimistas. Bonito e gosto, esbravejam os fãs dessa fruta bem tropical.
Dentre todas as frutas que temos à escolha, podemos destacar a maçã. De nome estranho, essa fruta abre um leque de muitas análises. Casca azeda talvez? Dura a cada mordida? Pode ser. Quem sabe, uma fruta falsa? Pois é. Apesar da cara “bonita”, uma maça pode esconder dentro de si, muitos “adjetivos” não interessantes.
Toda vez que comemos uma maça, sempre damos nossa primeira mordida com cautela. Vemos primeiro se há algum bicho, algum podre, algum “defeito” dentro da fruta, para depois comê-la. E por incrível que pareça, também somos assim nos nossos atos. Fazendo uma analogia em nossas vidas, podemos dizer que muitas vezes temos que decidir entre morder uma maçã desconhecida ou simplesmente abrir mão da fruta e dos riscos.
Que é bom prevenir, isso é evidente. Mas, que graça tem, quando não arriscamos em acreditar? Assim como existem maçãs podres, com defeitos, também existem maçãs maravilhosas, doces, brilhantes, etc. E a maior gratificação que a vida nos proporciona é esta. Poder morder nossa maçã sem medo. Sem medo de tr um bicho dentro dela, sem medo dela não ser tão “brilhante” assim, sem medo dela não ser tão perfeita como ela aparenta ser. E sabe porque mordemos a maçã sem medo? Porque sabemos que nós também temos nossos “bichos”, nossas falhas. E se abrimos mão de tentar aquela maçã que nos move, simplesmente por ter o risco dela não ser tão perfeita como aparenta, é uma falha maior como qualquer outra.
Sabemos como somos. Sabemos como as pessoas são. Erramos, julgamos, falhamos e nem por isso deixamos de amar. Pode o marido se separar da mulher (ou deixar de amá-la) pelo simples fato de descobrir que ela, digamos, tem mania de deixar a toalha molhada no banheiro? Jamais. Maçãs: verdes, vermelhas, azedas, doces, enfim, há maçãs para todos os tipos e gostos. Existem aqueles que preferem as maçãs mais cheirosas, outros, maçãs maiores. Mas tem aqueles, que, assim como eu, preferem acreditar que só uma maçã basta, independente de como ela seja. Até porque, aprendi que: maçã não se escolhe, apenas se tenta de alguma forma, fazer com que ela seja parte da sua vida.
Eu adoro maçãs, na verdade, só uma.
| Autor(a): RICARDO ROCHA Temas: Amor, Felicidade, Mulher Tipo: Conto | |
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